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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Análise - Whiplash



Olá pessoal! Hoje farei minha análise de filme para o blog, começando por um filme que se tornou meu favorito depois que assisti: Whiplash – Em Busca da Perfeição. Vamos lá?


Tentar assistir todos os filmes indicados ao Oscar é uma coisa que eu venho tentando fazer a um tempo, e nunca consegui ver todos. Querendo fazer isso, me deparei com o filme Whiplash – Em Busca da Perfeição, e acabou que este se tornou um dos filmes que mais gostei de assistir.
A narrativa mostra Andrew Newman (Miles Teller, Divergente), um jovem baterista em busca de seu sonho: ser o melhor de sua geração, como seu ídolo, Buddy Rich. Ele estuda em uma das maiores escolas de música dos Estados Unidos e chama atenção do reverenciado e impiedoso mestre de jazz Terence Fletcher (J. K. Simmons, série de TV, OZ).
O garoto é escolhido para fazer parte da orquestra principal do conservatório Shaffer e a convivência com Fletcher faz com que seu sonho passe a ser uma obsessão, tendo consequências em sua vida pessoal e amorosa, além de colocar em risco sua saúde física e mental.
O filme foi o grande vencedor do Festival de Sundance em 2014 (melhor filme de acordo com o público e melhor diretor) e foi indicado ao Oscar, como dito anteriormente, em seis categorias, inclusive de melhor filme. O filme levou três estatuetas (já volto a falar disso).
Teller parece estar se tornando mais um queridinho em Hollywood, agora que foi escolhido para viver o personagem Reed Richards/Senhor Fantástico no novo filme do Quarteto Fantástico. Isso não é uma crítica, pelo contrário. Ele é um baita ator. Sua atuação é incrível, especialmente pelo fato de que o ator toca bateria desde os 15 anos e mesmo assim teve de fazer aulas adicionais de quatro horas por dia, três dias por semana para se preparar.

Porém, não posso deixar de dizer que o astro do filme é Simmons. Sua atuação é tão boa que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. É um personagem emblemático que faz com que quem assista tenha muita raiva dele (se você não sentiu, você deve estar assistindo errado haha). A forma que ele trata os membros da orquestra é brutal e Newman passa um perrengue com o professor.
Além do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, o filme também ganhou os prêmios de montagem e mixagem de som.
A cena final do filme é algo de arrepiar. A musicalidade é incrível e, como eu li em outras críticas, esse é um filme para ver e ouvir, pois a trilha sonora é coisa de outro mundo (eu, que não sou muito fã de jazz, passei a gostar mais).
Fica essa dica para quem está procurando um filme bom para assistir e músicas novas para ouvir!

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